quarta-feira, 11 de maio de 2011

Myth Drannor: Cidade da Canção

Bem nos encontramos de novo discretos leitores.

Sim, aqui é Volothamp Geddarm, famoso viajante dos reinos. “Volo” para todos, neste serviço. Vocês são os mais discretos a consultar de todas as formas de vida dos reinos – em particular os pequenos segredos escuros dos governantes de guildas e outras pessoas de poder da maneira que vocês querem saber.
Desta forma, agora vamos revelar algum suco de conhecimento, sobre a fabulosa Cidade da Canção. Não Mith Drannor do passado, aquela das Quais falam muitas fabulas, não as caçadas ruínas demoníacas de prédios quebrados e despedaçadas preenchidas de ameaças mágicas que reluzem de azul que podiam ser vistas por milhas a noite.. Mas da reocupada ruína de hoje, a cidade refundada.
O que seguem podem aparentar fantasticamente incompletos, mas eu asseguro a você que cada câmara é ao mesmo tempo difícil e perigosa. Ainda eu já fui disposto assim valente tal como vocês. Coloquem sua confiança profunda.
Volo

Por Eriel. Boyd , com introdução especial por Ed. Greenwood
Ilustrado por Jeff Carliste . Cartografado por Rov Lazzaretti
Traduzido por Fernando Brauner

Por milênios, a grande floresta de cormanthor tem sido conhecida como arvores elficas, lar do povo faérico de Cormanthyr (veja o Cenário De Campanha De Forgotten Realms e Dragon #354). Por quase cinco séculos a cidade revestida pelo Mythal a cidade capital de Myth Drannor, a fabulosa cidade da canção.
A historia da cidade de sua fundação como Cormanthor em -3893 CV com a conjuração da Torre do Governo, ao estabelecimento de seu Mythal no ano das estrelas ascendentes (261 CV) e sua queda no ano da Destruição (714 CV) como bem estabilizado e não repetido aqui (ver Impérios Perdidos de Faêrun para explicações).

Na esteira da Guerra dos Lamentos (712 CV a 714 CV), Myth Drannor Também conhecida como a Cidade da Beleza, ou Cidade das Palavras, se tornou uma ruína de fabulas, enquanto magias poderosas tentavam continuamente a fome por poder dos indivíduos e organizações sinistras para explorar suas profundezas.

O povo Faérico das arvores elficas fez o seu melhor para guardar contra intrometidos, particurlamente companhias de aventureiros que vinham apenas para pilhar suas ruínas. As sentinelas elficos permitiam apenas dragões procurando covis (os quais eles julgavam como guardiões ajustáveis) a entrar na cidade.

Os elfos ficavam fora das ruínas, mantendo sagradas as memórias do tempo em que residiam em paz juntos. Dessa forma a população monstruosa de Myth Drannor lentamente cresceu, as bestas deixadas para trás por seus senhores e criaturas de quaisquer outros lugares nos reinos chegaram à cidade por portais a muito esquecidos existente nas ruínas. Os poucos aventureiros que usaram magia para enganar a guarda elfica que chegam à cidade raramente emergiram.

No ano da Queda da Lua (1344 CV) os anciões da corte elfica ordenaram a retirada. Muitos elfos do sol e da lua de Cormanthor partiram para Evermeet (Encontro Eterno), deixando as arvores elficas desguardadas largamente pela primeira vez em séculos.

Na primavera do ano do Sangue das Aves (1364 CV) dois anos após a exploração da cidade por agentes banenitas O oitavo alto interceptador de Bane Szchulan Darkoon, ordenou a construção de um portal do Portão do Guerreiro a Avernus , primeiro nível dos nove infernos de Baathor. Os seguidores do Senhor escuro pretendiam chamar um limitado número de diabos para lidar com os demônios e yugoloths que ainda ocultavam se nas ruínas, desde o final da Guerra dos Lamentos. Eles planejavam trazer um exercito quando Malkizid, o rei marcado, interveio fazendo o portal permanecer aberto permitindo que hordas de diabos entrassem nos reinos. Myth Drannor foi rapidamente invadida por diabos, mas os banenitas erigiram uma segunda esfera de magia em torno do Mythal, mantendo os exércitos dos nove infernos na cidade em ruínas.
Na década seguinte, agentes da igreja de Bane espalharam lendas pela costa do Dragão e arredores que os tesouros de Myth Drannor estavam preparados para serem levados, enquanto espera por uma horda de aventureiros que possa lidar com os diabos habitando as ruínas. A violação da cidade arruinada que se seguiu foi conhecido como o Tempo do Apanhado. Começando no Ano do Verme (1356 CV), bandos de aventureiros como a Companhia do Verme, A Companhia do Escudo Negro, Os Homens da Cimitarra Vermelha, O Punho Azul, A Companhia da Capa Púrpura, A Lamina Vingadora partiram apenas para serem mortos pelas hordas de diabos na cidade.

O Ano do Príncipe (1357 CV) foram vistas duas tentativas de poderosos extraplanares de apropriarem se das ruínas. Durante o tempo das perturbações, um avatar do Deus Putrefato fez um acordo para chegar à cidade, criando a estrada de Moander das ruínas de Yulash até o ponto médio entre as ruínas das duas cidades.

Depois no mesmo ano, no mês de Marpenoth, um espírito possessor conhecido como Tyranthraxus brevemente tomou o controle de toda a Cidade da Canção, envolvendo a cidade em um dôo de força e estabelecendo um Lago de Esplendor (efetivamente um lago de energia bruta, que se manifesta como água) no antigo templo de Labelas Enoreth. Ambas as tentativas foram aniquiladas por aventureiros, deixando as ruínas mais uma vez abertas para explorações.

No mês de Uktar do Ano do Príncipe um bando ate então sem nome, que mais tarde chamariam a si mesmo de os Cavaleiros de Myth Drannor despedaçou o portal para Arvenus e então passaram a guardar as ruínas contra invasores, como sucesso modesto. Na década que se seguiu, aventureiros que escapavam das mãos dos Cavaleiros confrontavam demônios, Dragões, Devoradores de Mente, nagas, Phaeryns, outras companhias de aventureiros, e incontáveis grandes perigos. Muitos tiveram horríveis mortes, mas uns poucos escaparam com moedas antigas, trabalhos de arte ou itens de magia preciosa, encorajando outros a seguirem seu rastro.

No Ano da Manopla (1369) o culto do dragão descobriu o recém formado Lago de Esplendor nas profundezas do castelo Cormanthor. Depois de corromper o lago mágico, os seguidores do caminho escamoso planejaram imergir Pelendralar, um dracolich aliado no lago e assim dar ao horror morto-vivo, mas bravos aventureiros destruíram o um sagrado e destruíram o Lago de Esplendor.

No ano da magia selvagem (1372 CV) o shadovar de Thultanthar, cidade de Obscura, cobriu a cidade com uma casca de sombras, prendendo uma pequena colônia de Phaerimm dentro do Mythal. Ele começou uma campanha para erradicar os Thornbacks, mas um ataque feito pelos escolhidos de Mystra em Thultanthar sobre as areias do Anauroch forçaram os shadovar a se retirar de Myth Drannor. Os Shades acreditavam ter destruído todos os Faêrun que se escondiam nas ruínas, mas um oi dois sobreviveram.

No ano dos Dragões Ladinos (1374), Nalgathra uma dragoa vermelha emergiu das ruínas de Myth Drannor e voou ao sul para atacar Tangled Trees (Arvores Emaranhadas). Ela realizou uma matança nos habitantes de verão deixando somente um punhado de sobreviventes a serem descobertos por outros habitantes que retornaram depois.

No ano das Tempestades Elétricas (1374 CV), na esteira de uma tentativa fracassada de tomar Evereska, os elfos dourados meio demônios da casa Dlardrageth retornaram a Myth Drannor acompanhados pela legião de Fey`ry liberados das Catacumbas sem Nome (Nameless Dungeon). Os elfos Abissais destruíram o templo do lorde da manha no campo oeste, clamando o castelo Cormanthor como seu assento de poder e invocando o Arquidemônio Malkizid. Estes esforços tornaram se sem valor quando Severil Miritar e a cruzada elfica invadiram a Cidade da Canção, ao custo da vida de seu comandante. Sob a Liderança de Ilsevele Miritar os Elfos refundaram Myth Drannor, somente para se achar sob o ataque de uma aliança das legiões Zhentarim e as Brigadas Mascaradas (a casa drow Jaelre de seguiidores de Vhaeraun e o clan Auzkovyn).

Myth Drannor
A refundada Cidade da Canção é mais um campo armado sob cerco que uma cidade. A população é dominada por guerreiros não comoners a maioria deles lutou na cruzada e agora populam os níveis do exercito de Myth Drannor. Muitos visitantes a cidade andam sob guarda armada como membros de uma caravana de mercadores. A cidade primariamente exporta antiguidades que lotam as ruínas – estatuário quebrado, velhas moedas, gemas, joalheria e magia. Enquanto Myth Drannor forja uma firme produção de armaduras e armamentos, quase todas são compradas pelo exercito de Myth Drannor para o suporte de tropas.

A população da cidade elfica esta crescendo lentamente, pequenos bandos imigrantes de elfos da floresta de Cormanthor e um punhado de Evermeet (Encontro Eterno) para se estabelecer na cidade. A população de meio-elfos e humanos crescem aos saltos e pulos. O primeiro grupo era composto por imigrantes de Deepingdale (Vale Profundo) que desejavam habitas na cidade de seus ancestrais, enquanto que o ultimo grupo foi dirigido grandemente pela privação econômica afetando Hillsfar e Sembia. Outras raças bondosas estão gotejando lentamente para dentro da cidade como bem dirigidos por uma sensação de aventura e uma forte necessidade de aprimorar suas habilidades.

Simultaneamente a população de diabos, humanóides Alhoons, nagas e Phaerimm esta se dissolvendo para longe, assim como as legiões de monstros que dominaram a cidade para lugares mais bem vindos para sua espécie.

As atuais hostilidades da Cidade da Canção e o fato que a cruzada/exercito de Myth Drannor Nunca realmente pararam de combater mesmo depois que a cidade foi conquistada, Myth Drannor atualmente não é muito diferente de tarefas militares e leis forçadas. Ainda assim o crime fica em três categorias
saques, espionagem e sabotagem. Enquanto que o saque de antiguidades está oficialmente banido, na pratica ele é tolerado como espinha dorsal da economia em tempos de guerra.

Os residentes denunciam o saque aberto das ruínas, mas ninguém fala nada sobre pequenas vendas discretas em intervalos irregulares. Infiltração é largamente usada pelos espiões da brigada Mascarada e dos Zhentarim que se superam em espionagem e sabotagem. Enquanto que Raros e aleatórios atos de violência são ultrapassados são largamente providos por poderosos grupos escondidos nas ruínas da cidade, como nagas sombrias, Fey´ry e devoradores de mente seja diretamente ou com seus cupinchas.

A cidade é um mix de estruturas convencionais e as estruturas nas arvores favoritas do povo faérico. Séculos de negligencia e abuso, deixaram a cidade em ruínas, com largas fileiras da cidade entregues completamente a pedra bruta e outra seções da cidade são uma sombra pálida de sua gloria passada. Desde que a cruzada reclamou a cidade da canção, os novos habitantes tem derrubado muitos prédios e limpado muitos prédios da cidade. A menor parte dos prédios que podem ser salvos, estão sendo reconstruídos, mas o progresso esta sendo limitado pelo esforço da guerra.

Myth Drannor (Cidade Pequena): Al CB; Convencional (militar); Limite 15.000 Po; Fundos 5.587.500 Po; População 7.456; mixada (79% elfos, 5% meio-elfos, 5% de humanos, 3% de halfings, 2% de gnomos , 2% de outros)

A vida diária em Myth Drannor
Ainda que a Cidade da Canção esta emersa na guerra com Zhenthil Keep e as Brigadas Mascaradas, o combate aberto nos limites da cidade são raros, como a maioria dos combates ocorre nas arvores ao redor. A vida diária é um mix de exercícios militares armados, salvamentos, limpeza de escombros, reconstrução, ajuda na descarga das muito necessárias cargas de caravanas trazendo armas, armaduras, e suprimentos. Violência, apesar de rara, tipicamente ocorrem a forma de explosões devido a sabotagens ou monstros inesperadamente emergindo abruptamente de uma ruína insegura.

Um grupo de aventureiros caminhando pela cidade encontraria pontos de checagem regulares nas maiores intersecções povoados de soldados do exercito de Myth Drannor. Comercio nas ruas é regular, mas leve. Por motivos de segurança muitos indivíduos andam em grupos de dois ou mais, pedestres solitários são raros (e chamam atenção).

Lojas abertas são raras, e muitos dos proprietários vendem seus produtos durante poucas horas por dia quando não estão de outra forma engajados no suporte da guerra ou defendendo a cidade.

1375 Ano da Ascensão dos Elfos
Martele 13 - Aventureiros libertam Lorde Mourngrym refém dos Shadovars. Despertando os residentes de Shadowdale, eles quebram o controle Zhentarim da área e matam Scyllua Darkhope. Mourngrym deixa governo e se reúne aos Cavaleiros de Mith Drannor na Cidade da Beleza. Com a bênção dos libertadores de Shadowdale, Azalar Falconhand reivindica o Pendente de Ashaba e é proclamado Lorde de Shadowdale. Pelos meses seguintes a isso, fey voltam em grandes números a Shadowdale.

Martele 17 - Fzoul Chembryl publicamente culpa Scyllua Darkhope por todos os fracassos na Guerra de Cormanthor e proclama que a “Cadela nas Árvores” nunca será ressuscitada novamente.

Tarsakh 3 - Tropas de Zhentil Keep ocupam Phlan, aumentando o número de estados vassalos debaixo de controle de Zhentarim.

Nightal 20 - Lolth e Eilistraee batalham jogo divino de morte, com o destino do drow que se mantém o equilíbrio. Um Cavaleiro Darksong em serviço para Eilistraee mata Selvetarm, Campeão de Lolth, com um artefato conhecido como a Lâmina Crescente. Seguidores de Drow de emprego de Vhaeraun Alta Magia pela primeira vez desde a Descida. Eles têm sucesso abrindo um portal para o reino de Eilistraee que o Deus Mascarado emprega em uma tentativa assassinar a irmã dele. O esforço falha, com a morte de Vaerum pelas mãos de Eilistraee; A Igreja de Vhaeraun é absorvida na Igreja de Eilistraee. A Igreja de Selvetarm é absorvida na Igreja de Lolth.

1376 Ano da Lâmina Curvada
As Brigadas Mascaradas da Corte Elfica são extremamente abaladas pela destruição do deus deles e as forças de Mith Drannor logo derrotam o que resta da Casa Jaelre e Clã Auzkovyn em cormanthor. Com os aliados de drow dele espalhados e desorganizados, Fzoul Chembyrl de Zhentil Keep decide terminar a guerra dele contra Mith Drannor. O Tirano do Mar da Lua conclui uma paz intranqüila com Ilsevele Miritar, enquanto deixando a floresta aos elfos, enquanto Hillsfar cai debaixo do julgo de Zhentil Keep. Além disso, é concedida a Rede Negra passagem segura ao longo das estradas sob a floresta, desde qie eles não derrubem uma árvore viva, prejudicam ou matem um elfo, ou vagueiem mais de trinta passos da estrada sob os ramos das arvores..

1377 Ano da Assombração
O Srinshee volta a Mith Drannor e oferece para Ilsevele Miritar a Lamina da Lei em reconhecimento da liderança sábia e resoluta dela no re-fundação do reino. Ilsevele aceita as Lâmina das Regras e recebe o título de coronal. A Rainha Amlaruil chega felicitar o coronal novo e traz com ela a Árvore das Almas como um presente para o novo reino. O artefato é plantado em uma colunata anel-amoldada ao coração da cidade conhecido como Seldarrshen Nieryll, o Santuário de Starsoul.




Um comentário:

  1. Ola Fernando, sou muito fã de Mith Drannor, e quero mais uma vez agradecer essa maravilhosa tradução.
    Fico no aguardo do pdf.
    vlwwww

    Edsonpinheirob@hotmail.com

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