Arton

 O Reinado 
É o conjunto geopolítico da grande maioria dos reinos civilizados do continente de Arton.Ele se situa no continente de Ranor que fica acima de Lamnor
É formado pelos reinos de:
  • Deheon, capital Valkária sede da capital do Reinado.    
    Formado a partir da grande estátua de Valkaria encontrada pelos primeiros colonizadores vindos de Lamnor, Deheon é o centro da civilização humana em Arton, e marco zero da colonização e da vida civilizada no continente.
    Deheon é a "capital" do Reinado. Embora cada reino dessa coalizão tenha seu próprio regente, é em Deheon que as grandes decisões são tomadas, e é Deheon que comanda, supervisiona e protege os demais reinos. O Rei-Imperador, regente de Deheon e soberano de todo o Reinado, reside no Palácio Imperial, na cidade de Valkaria, capital do reino.    
    Em Deheon, localizam-se muitas das grandes maravilhas de Arton, como a própria estátua de Valkaria ou a Academia Arcana. O Protetorado do Reino, um grupo de poderosos aventureiros a serviço da coroa e do Reinado, também está sediado em Deheon. Todo o mundo volta-se para este reino em tempos de dificuldade. Deheon abrigou os sobreviventes de Tamu-ra, formando o bairro de Nitamu-ra em Valkaria. Espera-se que Deheon descubra uma solução para a Tormenta e a ameaça da Aliança Negra.    
    O atual regente é a Rainha-Imperatrix Shivara Sarpblade, ela unificou a coroa de Deheon, Yuden e Tebruck. Uma monarca justo e amada, que aprendeu com o rei Thormy á tentar resolver os problemas de forma pacífica.
     
  • Ahlen, capital Tharthann: o "reino da intriga".
    Fundado por três famílias nobres, o reino de Ahlen viu-se, desde o começo, inundado pelas traições e sede de poder dessas três linhagens, que procuravam cada uma obter maiores vantagens sobre as outras. Essas intrigas, que na maior parte das vezes culminavam em envenenamento e assassinato, tornaram-se parte integral do modo de vida de Ahlen, indo desde os regentes até as classes mais baixas.
    Em Ahlen, a força e as armas são pouco valorizadas — adquire prestígio quem age por meio de política, furtividade e dissimulação. A lei em Ahlen só é severa para quem se deixa apanhar por ela; a falta de esperteza é considerada pior do que o ato criminoso em si. Ahlen também tem uma forte tradição de jogos de azar (onde a trapaça é quase obrigatória!).
    Esse clima de corrupção e incertezas poderia ser intolerável, mas o povo de Ahlen extravasa suas tensões uma vez por ano, durante o festival da Noite das Máscaras — uma noite em que todos andam mascarados, em um frenesi de música, bebida e sexo, e em que não há distinção entre nobres e plebeus. A Noite das Máscaras é terreno fértil para o assassinato, e muitas "disputas políticas" se resolvem durante o festival.

  • Bielefeld, capital Roschfallen: o lar da Ordem da Luz, uma das duas maiores ordens militares dedicadas ao deus Khalmyr.
  • Hongari, capital Colinas dos Bons Halflings: o "reino dos halflings" e também da cidade de Triumphus.
  • Khubar, capital Havanah: o "reino arquipélago".
  • Namalkah, capital Palthar: o "reino dos cavalos".
  • União Púrpura, capital Grael: "os reinos menores".
  • Wynlla, capital Sophand: o "reino da magia".
  • Yuden, capital Kannilar: o "Exército com uma Nação".
    Cada nação tem um exército. Dizem que Yuden seguiu o caminho contrário — é uma nação que se formou a partir de um exército, é o "Exército com uma Nação".    
    Yuden é um reino militarista e totalitário. Governado desde a sua fundação pela elitista família Yudennach, Yuden sempre seguiu os ideais de seus governantes, de intolerãncia para com não-humanos e estrangeiros e "pureza racial". Em Yuden, um não-humano (ou até mesmo um humano de uma etnia não-branca) pode ser morto apenas por existir. A "lei" para esse tipo de casos é uma piada, e linchamentos e execuções públicas são comuns. Alguns consideram o reino de Yuden uma ameaça tão grande quanto a Aliança Negra, ou a própria Tormenta.    
    Yuden é considerado o segundo reino mais poderoso do Reinado, chegando a rivalizar com Deheon. Na verdade, há muito os regentes de Yuden buscam tirar a coroa de Imperador-Rei dos regentes do Reino-Capital, e tornar-se os grandes    
    monarcas do Reinado. Essa ambição está muito presente no atual regente, o príncipe Mitkov, um brilhante guerreiro e estrategista.
    Mitkov é amado por seu povo, assim como a maior parte dos regentes antes dele. Os yudenianos em geral vêem com bons olhos a política de seus nobres, e compartilham dos mesmos preconceitos e ódios.     
    Recentemente, o Rei-Imperador Thormy tentou apaziguar a situação entre Deheon e Yuden, casando sua filha, a princesa Rhana, com Mitkov. Rhana revoltou-se e fugiu, e as tensões se agravaram ainda mais. Mitkov exigiu retratação, e os dois reinos chegaram a beira de um conflito, porém o casamento de Miktov com Shivara Shaprpblade de Tebruck apazigou a situação. Miktov com seu casamento cabaou  tentadno um plano para derrubar o rei Thormy, mas acabou perdendo sua propria coroa e se tornando um pária de Yuden. Shivara Assumiu o trono de Yuden.    
    Mitkov também possuia um plano apara acabar com a Aliança Negra. Em troca dessa tal estratégia, só pede a coroa do Reinado...
  • Zakharov, capital Zakharin: o "reino das armas".
  • Pondsmânia, capital Linnanthas-Shaed: o misterioso "reino das fadas".
  • Portsmouth, capital Milothiann: o "reino da magia proibida".
    Portsmouth costumava fazer parte do vizinho reino de Bielefeld (sede da ordem dos Cavaleiros da Luz), mas conquistou sua independência graças às maquinações de seu atual regente, o conde Ferren Asloth. Embora Portsmouth seja, em fachada, governada por um conselho, Ferren Asloth é a verdadeira voz ativa no reino.
    E é por decreto do conde que qualquer tipo de magia arcana é proibida em Portsmouth. Magos são tolerados (embora não seja raro algum mago morrer por um "acidente"), mas é proibida a prática de magia arcana. Todos que infringem essa lei são presos, e muitas vezes condenados à morte.  Portsmouth também é intolerante com os nobres Cavaleiros da Luz, uma ordem devotada a Khalmyr. Ferren Asloth conseguiu impregnar no povo suas crenças de que a ordem seria corrupta.
    O maior segredo do conde, e de todo o reino de Portsmouth, é que o próprio Ferren Asloth é um mago de poder considerável. Ninguém no Reinado sabe disso, mas é provável que todas as manipulações de Asloth, incluindo o banimento da magia, sejam parte de um plano maior.
  • Trebuck, capital Crovandir: o "reino da Tormenta", um dos mais antigos focos de ataques da Tormenta em áreas civilizadas.

  • Sambúrdia, capital Sambúrdia: o "celeiro de Arton".

  • Sckharshantallas, capital Ghallistryx: Reino de Sckhar, o rei dos dragões vermelhos.

Imperio de Tauron
 Origialmente formado apenas por Tapisa, hj divide quase metade do continente superior.
  • Tapista, capital Tiberus: o "reino dos minotauros".

  • Tollon, capital Vallahim: o "reino da madeira", produtor de madeira mágica.

  • Lomatubar, capital Barud: o "reino da Praga Coral".
  • Petrynia, capital Altrim: o "reino das histórias fantásticas"

  • Tyrondir, capital Cosamhir: o "reino da fronteira".

  • Collen, capital Horeen: o pacato "reino dos olhos exóticos".

  • Fortuna, capital Nimbarann: o "reino da boa sorte".
  • Hershey, capital Hockly: o "reino da guloseima"


Reinos Independentes e Locais Livres
Doherin nunca foi membro do reinado apenas possui um antigo acordo de neutralidade com Tapista e com o Reinado.  As montanhas uivantes, Montanhas Laneskul, Grande Savanna e Montanhas Sanguinarias não fazem parte do reinado, nunca fizeram.
  • Doherimm, capital Doher: o reino subterrâneo secreto dos anões.
    Apesar de não fazer parte do Reinado, mantém boas relações com o mesmo, asim como com o Império de Tauron.

  • As Terras Da ALiança Negra, Capital supostamente Raanark.
    Ao sul de Tyrondir se situam o que originalmente foram os reinos humanos originais. hoje dominados pelos humanoides seguidores de Ragnar, liderados por Twor Ironfist. Não se sabe se os Humanoides dividiram os antigos reinos em novos reinos ou se mesmo esses reinos possuem um nome. Nela se situa Ranark, uma cidade dominada, que outrora foi a bela Lenoreim - a capital do antigo reino elfico.
  •  Montanhas Uivantes: Território de Beluhga, a rainha dos dragões brancos.
    Não possui uma capital por não se tratar de um reino propriamente dito, mas a aldeia Giluk que se destaca entre todos os povoados (Uma parte ocupada, mas não dominadas pelos minotauros).

  • Mar Negro: Territorio Livre - Capital nenhuma
    A maior ilha Galrasia é o lar de criaturas pré-históricas de varios periodos, Animais exoticos e animais muito maiores do que deveriam. è o Lar das Dragoas caçadoras, dos Ceratops e outros povos antropossauros. As ilhas menores são habitadas por inumeros povoados de piratas e de barbaros. Não há uma estrutura de organização maior que o conseho d epiratas e mesmo esse apenas governa uma pequena aldeia. Mas é bem provavel que essecnselho se oponha ao Império de Tauron. Afinal o mar negro é a costa do Império, e os navios dos minotauros os melhores alvos para os piratas.
Liga independente
Fformada por três reinos que outrora pertenciam ao reinado, mas que abandonaram o reinado por acreditar que não era retribuido a eles o quanto eles faziam.
  • Nova Ghondriann, capital Yukadar: o "novo lar".
  • Callista, capital Fross.

  • Salistick, capital Yuton: o "reino sem deuses", onde seus habitantes não acreditam em apoio dos deuses.
    Salistick foi formado por dissidentes do grupo que fundou Deheon, sendo uma das mais antigas nações do Reinado. Desde sua formação, Salistick foi marcado por um traço peculiar: seus fundadores estavam desencantados com os deuses (como podiam ter permitido tantas guerras e desgraças?), e decidiram abandonar seu culto.
    Até hoje, Salistick é um reino sem religião. Seus habitantes não negam que os deuses existam — apenas consideram que eles estão envolvidos em seus próprios assuntos egoístas, e não atendem a preces ou súplicas dos mortais. O povo de Salistick acredita que os poderes de clérigos e paladinos sejam apenas diferentes manifestações de magia; acreditar que são dons dos deuses é ingenuidade. A religião não é proibida nesse reino, apenas vista como uma tolice inútil.
     Talvez por causa dessa convicção tão forte, a magia divina realmente funciona mal em Salistick. Os clérigos sentem pouca conexão com suas divindades, e as preces têm pouco resultado. Isso fez com que a ciência médica se desenvolvesse muito em Salistick, mais do que em qualquer parte do mundo conhecido! Hoje em dia, os médicos desse reino são capazes de proezas que desafiam até mesmo os maiores clérigos.