domingo, 10 de março de 2019

Lançamentos

As Ratas Rainhas chegaram!

Jambô Editora orgulhosamente anuncia o terceiro volume de Rat Queens. Esta saga em quadrinhos, originalmente publicada nos Estados Unidos pela Image comics, apresenta o melhor (e mais zoeiro) grupo de heroínas da fantasia medieval.
Neste encadernado, as Ratas Rainhas precisam ir até a distante Universidade dos Magos para saber o que aconteceu com Gerard, o pai adotivo de Hannah (a elfa maga violenta e boca-suja, lembra?). A viagem não é exatamente a coisa mais calma e tranquila do mundo, mas, ao chegar na Universidade, Violet (a anã guerreira que ainda não achou um grito de guerra adequado), De (ou Delilah, a ex-sacedortiza de um deus-monstro cheio de tentáculos) e Betty (a miúça que tem uma ligação estranha com álcool, doces e cogumelos alucinógenos) vão descobrindo fatos bem preocupantes do passado de sua colega maga.
Numa narrativa que mistura com maestria humor, ação e emoção, Rat Queens Vol. 3 encerra o primeiro grande arco de histórias (que compreende os três primeiros volumes) da série e termina com grandes mudanças para as Ratas Rainhas. A arte de Tess Fowler Gutierrez (que atualmente desenha Dungeons & Dragons: A Darkened Wish, quadrinho oficial de Dungeons & Dragons) mostra as personagens com uma perfeita combinação de expressividade e ação intensa, enquanto a história cresce numa espiral insana e divertida, com revelações e reviravoltas inesperadas.
Um título imperdível para os fãs e uma leitura da mais alta qualidade dentro do gênero de quadrinhos de fantasia, Rat Queens também ganhou o prêmio GLAAD, concedido a obras que possuam ótima representatividade LGBT.
Rat Queens Vol. 3 não é recomendado para menores de 16 anos. Sabe como é, elas falam muito palavrão e tem nudez ocasional.

Rat Queens Vol. 3 – Demônios é uma edição de capa dura, com 160 páginas coloridas (formato 18,5 x 27,5 cm), que contém as edições 11 a 15 do título regular Rat Queens, e também a edição Rat Queens Especial: Braga vol. 1, além de extras exclusivos. O roteiro é de Kurtis J. Wiebe, com arte de Tess Fowler Gutierrez e cores de Tamra Bonvillain.

Para mais informações, inclusive como comprar este lançamento em pré-venda, confira a página da editora (só clicar aqui).
 
Aventuras, heróis, magias e equipamento em Sem Trégua 4, para Reinos de Ferro RPG!
O primeiro lançamento de RPG da Jambô Editora de 2019 é Sem Trégua 4, suplemento que traz novas opções para mestres e jogadores de Reinos de Ferro RPG..
Com doze artigos diferentes, Sem Trégua 4 tem novas carreiras, mais equipamentos, manutenção de gigantes de ferro (e como adquiri-los), um guia para a região de Wexmere, e muitas informações sobre a Ocupação Orgoth, os mistérios da Convergência Cyriss e regras para os clérigos da Deusa das Engrenagens. E ainda tem Espírito de Aço, uma aventura pronta.
Um suplemento recheado de material útil para todo tipo de campanha no cultuado cenário de RPG Reinos de Ferro.
Sem Trégua 4 tem 80 páginas coloridas (formato 21x28cm) e capa cartão, com preço sugerido de R$ 49,90.
(Obs. Nos próximos dias, o produto entrará em pré-venda, e informaremos a página da mesma)
 
Kallyadranoch, o Deus dos Dragões, ganha sua medalha! 
A série Medalhas dos Deuses traz os símbolos sagrados dos deuses do Panteão. E a medalha do mês de março é a de Kallyadranoch, o Deus dos Dragões.
Kallyadranoch estava esquecido até poucos anos atrás, devido a uma punição imposta por Khalmyr pelo crime de criar a Tormenta. Era chamado apenas de “o Terceiro”, e mesmo este título era conhecido por pouquíssimos mortais.
No entanto, o Deus dos Dragões foi trazido de volta a Arton por aventureiros, para ocupar o lugar deixado vago por Glórienn, a Deusa dos Elfos — e impedir que a Tormenta se tornasse um deus maior. Atualmente Kallyadranoch tem pouco poder,mas mesmo assim seu culto começa lentamente a ressurgir.
A medalha de Kallyadranoch estará disponível para venda, no site da Jambô Editora, a partir do dia 13 de março.
 
Jambô lança Odisseias, seu novo selo editorial
Por fim, a última notícia, e também a mais bombástica! No dia 11 de março, a Jambô Editora vai inaugurar o selo Odisseias, que tem como objetivo auxiliar o autor brasileiro de literatura fantástica a entrar no mercado ou aumentar sua visibilidade.

Há mais de 15 anos no mercado, a Jambô já lançou inúmeros autores e livros de sucesso. Ainda assim, sua capacidade de publicação é limitada, o que muitas vezes impossibilita a aposta em escritores em início de carreira. Para driblar este obstáculo e incentivar a inserção destes autores no mercado, a editora criou o selo Odisseias, que trabalha com autopublicação. Nessa modalidade, o autor investe na produção do livro, viabilizando o seu lançamento.

Os princípios do selo são: qualidade editorial, transparência e sustentabilidade financeira. O processo de publicação dentro do selo foi planejado de forma que o autor tenha lucro com seu trabalho.

Para mais informações, veja o vídeo de apresentação do selo e visite a página do selo.
Por Rogério Saladino
 



sexta-feira, 8 de março de 2019

Personagem dos Reinos- Fzoul Chembryl



Localização: Forte Zenthil

Fzoul é o único filho de uma pequena casa da nobreza de Forte Zhentil. Ele entrou para o sacerdócio de Bane e já jovem, usou suas habilidades como administrador para ascender na hierarquia da igreja. Quando conquistou uma posição de poder (e aliou-se ao poderoso Manshoon), Fzoul desligou sua igreja dos ensinamentos ortodoxos do Sumo Sarcedote de Bane em Mulmaster.
Fzoul adotou a doutrina da apologia à tirania de Bane, convencendo seus fiéis segui-la. Colocando este ideal para funcionar, Fzoul pensou que deveria devotar a igreja para o mais poderoso tirano disponível. Neste caso, Manshoon, o verdadeiro controlador do Forte Zhentil e fundador da Rede Negra Zhentarim.
A quebra da doutrina feita por Fzoul permitiu que muitas igrejas e padres de Bane fossem incluídos no Zhentarim. A morte de Bane durante o Tempo das Perturbações devastou Fzoul. Após um encontro com o sucessor de Bane, Cyric, Fzoul relutantemente aceitou converter-se ao novo deus do conflito, morte e assassinato. Enquanto Fzoul permanece como administrador chefe da igreja, ele delegou a liderança do culto à Maskul Mirrormane (mais tarde substituído por seu irmão, Xeno).
Com o aumento da intolerância à Cyric, Fzoul sugeriu à Manshoon transferir a based o Zhentarim de Zenthil para a Cidadela do Corvo. Ele trabalhou com o deus Oghma para que o seu escriba Rinda escrevesse o livro A Verdadeira Vida de Cyric, em contra-posição ao Cyrinishad.
Fzoul planejava fugir para o Vale Tesh com o maior número de seguidores antes que Forte Zenthil fosse destruída pelos gigantes, dragões e humanoides que a atacaram. Existem rumores que ele passou vários meses na companhia do beholder Manxam, esperando ver as peças que sobrariam de Cyric, Zenthil e do Zentharim. Quis arquitetar um plano para recrutrar beholders para o seu lado, mas falhou.
Mas as preces de Fzoul para ter uma alternativa a Cyric foram respondidas quando Iyachtu Xvim, o Filho de Bane, libertou-se de sua prisão abaixo de Forte Zenthil e clamou pelo seu aspecto divino: o conflito. Fzoul se converteu rapidamente e assumiu a liderança do culto, induzindo muitos fiéis ao Zentharim, aumentando sua importância e a de Manshoon.
Com a reincarnação de Bane, Fzoul voltou toda sua atenção à adoração da Mão Negra e foi grandemente recompensado por sua dedicação. Graças ao poder de sua dinvidade e sua habilidade política, Fzoul, aliado ao fanático Teldorn Esperança Negra, tornou-se o tirano do Mar da Lua. Fzoul é capaz de tudo. Sagaz e amante o poder, ele se dedica a espalhar sua tirania por Faerun. Comanda Forte Zhenthil e mantém o título de Sumo Sacerdote do Templo de Bane.

Male human (Chosen of Bane) Clr17 / Hie2 : CR23 ; Médio: tamanho humanóide (humano); HD 19d8 + 57; hp 146; Init +7; Spd 30 pés; AC 23 (toque 15, de pés chatos 20); Ataque + 19 / + 14 / + 9 corpo-a-corpo (1d8 + 6, +3 maça pesada) ou + 16 / + 11 / + 6 alcance ao toque (por magia); SQ Escolhido de Benefícios de Bane, Escolhido de habilidades semelhantes a magia de Bane, Carisma melhorado, Sabedoria aprimorada, habilidades de hierofante, repreensão de morto-vivo por 10 / dia; AL LE; SV Fort +16, Ref +8, Will +20; Str 14, Dex 16, Con 16, Int 14, Wis 21, Cha 24. Altura 6 pés 2 em.

Habilidades e Talentos: Blefe +12, Concentração +1; Diplomacia +18, Cura +8, Esconder +13, Intimidar +14, Conhecimento (arcana) +11, Conhecimento (local da Lua) +6, Conhecimento (religião) +17, Conhecimento (história de Zhentarim) +7, Cavalgar (cavalo) +4, Sentido Motivado +10, Feitiço +14; Luta de Combate, Armas e Armaduras Mágicas de Ofício, Item Maravilhoso de Artesanato, Iniciativa Aprimorada, Vontade de Ferro, Combate Montado, Feitiço de Quicken, Foco em Arma (maça pesada).

Qualidades Especiais: Chosen of Bane Benefícios: CR +4, redução de dano 10 / + 1, não envelhece, sua sombra pode vagar livre como uma sombra morta-viva sob seu controle, convocar observadores do tirano de morte. Escolhido de Habilidades semelhantes a Magias de Bane: elementos de resistência constantes (todos), mente em branco, proteção de energia negativa; À vontade - comande, encante , 5 / dia - hipnotismo, remova o medo ou cause medo ; 3 / day- charm monster, sugestão ; 1 / dia- dominar monstro, geas. Hierofante Habilidades: Explosão infiel, alcance divino.

Magias de Clérigo por Dia: 6/8/7/7/7/6/5/5/4/4. Base CD 15 + nível de magia. Deidade: Bane. Domínios: Ódio (+2 em ataques, defesas, CA contra um adversário), Tirania (adicionar +2 para salvar CD de feitiços de compulsão).

Posses: Cetro do Olho do Tirano (Artefato menor de Bane, +3 maça pesada, Int 6, Sab 17, Cha 14, AL LE, mosca, portador é imune a todos os raios observadores exceto antimagia, deslocamento contínuo, agir como bastão de governo por 30 minutos 1 / dia, emoção: raiva por 10 rodadas 1 / dia, verdadeiro ataque 3 / dia, manter monstro 4 / dia, círculo de destruição 1 / dia, aqueles sem Bane como patrono que o tocam sofrem o efeito de Raio de enfraquecimento a cada rodada até que eles atinjam 0 Str e são absorvidos pela equipe com armadilha a alma), braçadeiras de armadura +8, manto de morcego, incenso de meditação (1 bloco), anel de liberdade de movimento, anel de teletransporte (utilizável 1 / dia}

Shar (Grande Deusa) Divindades de Faerûn


Amante da Noite, Senhora da Perda, Deusa do Escuro.
Símbolo: Disco negro com borda púrpura.
Portifólio: Escuro, noite, perda, esquecimento, segredos inexplorados, cavernas, masmorras, o Underdark.
Domínios: Caverna, Escuridão, o Mal, Conhecimento.
Arma Favorecida: "O Disco da Noite" (chakram).
Sharé a imprevisível e perversa divindade do ódio, inveja e mal. Ela pode observar cada ser, objeto e ato realizado na escuridão e mantém o domínio sobre dores escondidas, mas não esquecidas, cuidadosamente cultivando o rancor e a vingança contra antigas desfeitas. Ela gasta muito de sua energia batalhando contra sua velha adversária, Selûne, em uma guerra que é mais antiga que a contagem do tempo. Ela é a criadora da Arte das Sombras (Shadow Weave).
A igreja de Shar é feita de células independentes que tem fortes e autoritários líderes. Todas as células de determinadas regiões estão sobre a supervisão de um padre superior. Os membros do clero revelam segredos uns para os outros, usando-os como laços de lealdade na comunidade. Eles perseguem metas práticas de aumentar seus poderes no sacerdócio e os devotos de Shar, por enquanto, evitam o confronto direto com outras fés (exceto a de Selûne). O clero de Shar trabalha para destronar governos, promover o patrocínio de Shar para vinganças, organizar círculos secretos e criar falsos cultos para alcançar seus fins.
Clérigos de Shar rezam pelos seus feitiços a noite. Eles não tem dias consagrados, exceto o Nascimento da Escuridão, que ocorre no dia do Banquete da Lua e envolve sacrifícios de sangue e a revelação pelos clérigos antigos dos planos de avanço da igreja para o próximo ano. Ao menos uma vez a cada dez dias, um clérigo deve atender à Madrugada, uma festividade com danças e banquetes realizadas na madrugada, que é seguida por um pequeno ato de perversidade, que o clérigo deve reportar aos seus superiores. Shar tem uma elite de monges feiticeiros que a servem, usando o poder da Arte das Sombras.
História/Relacionamentos: Shar é gêmea de Selûne. Ela tem lutado contra a irmã desde pouco tempo depois da criação. Ao invés de confrontar outras divindades, ela prefere obter poder convertendo os devotos mortais a sua fé. Pela sua própria natureza, ela se opõe aos poderes da luz, abertamente contra Shaundakul, e sua própria irmã. Sua única aliada frequente é Talona, que eventualmente serve Shar para evitar os ataques de Loviatar.
Dogma: Revele segredos somente aos membros da fé. Nunca siga esperanças ou promessas de sucesso. Combata a luz da lua (agentes e ítens de Selûne) sempre que a encontrar e esconda-se dela quando não puder vencer. A escuridão é a hora de agir. Não espere. É proibido lutar para melhorar sua vida ou planejar com segurança quando se é observado pelos fiéis da Divindade da Escuridão. Aproximar-se dos deuses do bem é um pecado, exceto em acordos ou para corrompê-los para seu próprio benefício. Obedeça a hierarquia do clero, a menos que queira a sua própria morte.

Passagem para a escuridão


O príncipe Lúcio Dante revirava-se na cama. Estava deitado no colchão de plumas, embaixo de lençóis frescos de seda. Ainda assim o suor encharcava suas roupas. Acordou de chofre e reconheceu de imediato o seu quarto no Palácio Real da Tibéria.
Aos poucos, o menino foi acalmandoo coração acelerado e a respiração ofegante. Quando se mexeu sentiu as dores dos hematomas pelo corpo magricela. Só então reparou na atadura ao redor da cabeça, amassando os cabelos negros como penas de corvo.
Ao menos estava de volta à segurança do palácio. Seu cachorrinho dormia sobre o tapete como uma bolinha de pelos pretos. Os livros em cima da mesa e os bonequinhos de chumbo espalhados pelo chão permaneciam assim como os deixara antes de ser arrastado pelo tio para aquela estúpida empreitada ao sul da ilha.
A pequena vila ficava a mais de um dia de viagem da capital. Agora estava em segurança. Ninguém poderia machucá-lo atrás daquelas paredes, dizia a si mesmo. A memória ainda estava meio nublada, mas quando começou a clarear desejou que não a tivesse.
Devia ter imaginado que nada de bom poderia ter vindo do convite de César para acompanhá-lo em uma viagem. Os problemas pareciam ter o péssimo hábito de seguir o tio feito moscas ao mel.
A noite estava seca e quente; perfeita para imolar adoradores das trevas, dissera César.
­­― E você precisa ver, sobrinho ― insistia ele, segurando-o pelo braço com demasiada força.
O príncipe César Dante sorriu, muito satisfeito consigo mesmo. Trajava cota de malha sob vestes luxuosas e pretas que traziam bordado no peito o emblema da águia dourada estendida da família real Dante. Era um rapaz de vinte e poucos anos, de corpo esbelto, rosto fino e cabelos pretos de breu. O olhar por demais cativante era claro, profundo e expressivo, e mirava os prisioneiros.
Guerreiros de cota de malha puxavam e empurravam a fila, cada umcom a mão atada ao seguinte; um senhor de cabelos brancos, duas mulheres e mais dois meninos que se debulhavam em prantos. Em meio aos gritos da multidão, um a um, eles eram amarrados em estacas firmes entre as toras da pira erguida no centro da praça.
― Olhe para eles, sobrinho. São todos hereges e precisam ser purificados pelo fogo.
O povo que presenciava a execução não parecia compartilhar da ideia do príncipe. O empurra-empurra pressionava a linha dos guardas. De repente, um homem se libertou do cordão de isolamento e partiu para cima dele. Mesmo desarmado, ele impressionava. Era tão grande quanto um cavalo e tinha os braços grossos como troncos de árvores.
Lúcio gritou e se agarrou ao tio, que simplesmente o jogou na frente. O camponês não tomou conhecimento e atropelou o menino. César se atrapalhou todo ao tentar sacar a espada e no tumulto também caiu sobre os paralelepípedos da praça. A lança de um soldado abateu o homenzarrão pelas costas, que desabou sem vida bem em cima de Lúcio.
Aquela era a última coisa de que Lúcio se recordava. Isso e os gritos excruciantes da família condenada às chamas. Eram adoradores de demônios, servos de Arkmal, Senhor das Trevas, dissera o tio César. Eram todos hereges de sangue ruim, seguidores da escuridão, pecadores, infiéis, mentirosos e traidores, incluindo as crianças, César afirmara sem titubear, como se qualquer dos crimes pudesse justificar aquele espetáculo de horror.
Lúcio enxugou os olhos marejados. Fez uma prece em silêncio pedindo a proteção de Ravi; qualquer coisa para esquecer tudo aquilo. A lareira acesa no quarto estalava como a fogueira de seu pesadelo e o cheiro da fumaça era enjoativo. As sombras se projetavam e dançavam ao tremular do fogo.
Quando, enfim, resolveu levantar, uma tontura o fez desistir. A barriga rugia feito um leão, implorando por comida. Dex acordou no susto, abanou o rabo, bocejou e capotou de lado para voltar a dormir. Lúcio achou graça. O pobrezinho devia estar exausto, porque de preguiçoso não tinha nada.
Lúcio deixou a cama com muita calma para não o incomodar e saiu do quarto em silêncio. Vez ou outra a cabeça pesava e seguiu tateando pelas paredes do corredor. O escritório do avô ficava logo à direita e qual foi sua surpresa ao topar com Pandora, encolhida junto à porta. Lúcio sorriu consigo mesmo e foi de pé em pé lhe pregar uma peça. Adoravam se implicar, ele em especial de puxar as tranças da menina.
Quando chegou mais perto, porém, a gritaria no escritório o distraiu. Reconheceu a voz rouca do avô que, até onde sabia, devia estar bem longe no continente, no Reino de Aceves. Pandora viu o príncipe e o chamou em silêncio. O sorriso dela se iluminava e os olhos eram poços verdes brilhantes, lindos de se ver, realçados pelo negro dos cabelos.
― O que está fazendo aqui? ― cochichou Lúcio.
― O rei voltou de viagem correndo depois da confusão do seu tio.
― Nossa… Quanto tempo fiquei apagado? ― indagou ele, fazendo as contas.
― Acho que uns dois dias. Ficamos muito preocupados na cozinha. Não faça mais isso!
Pandora socou o braço dele. Lúcio esboçou uma resposta, mas o berro do avô o calou. A discussão lá dentro estava acalorada. Pela fresta na porta, podiam ver apenas o príncipe César, mas pelas vozes também estavam o rei Augusto e a rainha Lívia, e ao que parecia, o rei não estava nada contente com o filho, para variar. De uns tempos para cá, César Dante havia se especializado em desapontá-lo.
― Deixo o trono em suas mãos por alguns dias e quando volto tenho uma revolta armada em meu reino! ― vociferou. Rainha Lívia tentou intervir em nome do filho, mas foi duramente rechaçada. ― Pelo amor de Deus, quem em sã consciência manda alguém para a fogueira? E para piorar: prima de Sila! O povo brada por sua cabeça e o conde está vindo para cá atrás de uma retratação. E eu não os condeno.
― Eram todos hereges, meu pai! Adoradores de demônios.
― De novo com essa história? Já passamos por isso antes quando era criança.
― E vocês dois não acreditaram em mim! ― disse César e o pai bufou. ― Eu vi, pai! Eu vi! Eles tinham coisas na mansão, instrumentos de sacrifício e de tortura em uma sala secreta no porão. Achamos livros de rituais, todos escritos em uma língua estranha, cheios de desenhos de demônios e monstros.
― E onde estão essas provas agora? ― insistiu Augusto, cheio de ironia.
― Elas… elas pegaram fogo junto com a mansão… ― explicou César, desalentado.
Lívia estava com o coração na mão. Queria crer no filho, mas ele não estava facilitando as coisas.
― Chega, César. Conde Sila é meu amigo de infância e vou tentar dar um jeito de evitar o desastre de uma guerra civil; não sei nem como. Quanto a você; preciso mandá-lo para a Segália. Poderá ficar com meu sobrinho ao menos até as coisas se acalmarem. O rei Alonso é um homem bom, justo e confiável; tenho certeza que cuidará bem de você.
― É para o seu próprio bem, meu filho ― disse a rainha, em tom apaziguador.
― O senhor está me exilando?! É isso mesmo? Deveria estar do meu lado!
― Não, César! Estou tentando salvá-lo ― esbravejou o rei.
― Aqueles malditos não são os únicos adoradores que infestam o reino, meu pai. Eram primos de Sila, e ele é o líder deles todos. Meu pai, por favor, temos que lutar juntos. ― Augusto jogou as mãos para o alto e se virou bufando. César não recuou. ― O senhor diz que seus súditos são suas crianças, crianças honestas e inocentes, suscetíveis a influências malignas, e que devem ser protegidas. O senhor que tanto se diz pai da nação e agora vem me dizer que vai negociar a paz com esses monstros?
― Essa história está encerrada ― decretou o rei Augusto.
― Por favor, entenda ― insistiu a rainha ao filho.
― Entendo. Entendo perfeitamente! ― O príncipe explodiu, dando um susto em Lúcio e Pandora, atrás da porta. ― Entendo que meu querido pai não me quer mais por aqui criando problemas e está aproveitando a chance para se livrar de vez de mim. Vocês vão me descartar como uma roupa velha que não serve mais. No momento em que eu e o reino mais precisamos, vocês nos dão as costas. Está certo, vou partir da ilha, mas guardem bem minhas palavras: isso ainda não acabou. A máscara de Sila ainda vai cair. E, quando isso acontecer, rezo a Ravi que ainda estejam vivos para que possam se arrepender da injustiça que estão cometendo comigo.
O príncipe César Dante saiu chutando a porta do escritório. Por pouco não topou com Lúcio e Pandora, que haviam se escondido ligeiros atrás de uma pilastra no corredor. Ficaram juntos e encolhidos, prendendo a respiração até que César fosse embora pisando forte.
Na tarde do mesmo dia, na maré vazante, o príncipe exilado zarpou da Cípria para o continente. Lúcio nem ao menos teve tempo de se despedir.
https://jamboeditora.com.br/produto/passagem-para-a-escuridao-vol-1-digital/
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quinta-feira, 7 de março de 2019

FalconHand

Florin Falconhand
O pai de Florin era Hethcanter Falconhand , um capitão humano aposentado do exército cormyreano , e sua mãe era a maga meio-elfa Skydusk . Florin parecia inteiramente humano, apesar de sua herança, mas mantinha um interesse infantil pelos elfos e pela natureza. Sua mãe o encorajou a jardinagem, mas seu pai o colocou como aprendiz com Hawkstone, um armeiro. Apesar disso, Florin preferiu a natureza e ganhou o apelido de "Silencioso" em uma de suas muitas caminhadas na mata. Florin tornou-se hábil tanto na espada longa quanto na espada de duas mãos . Ele se juntou aos Cavaleiros do Mito Drannor e ascendeu até se tornar um membro sênior. Quando Khelben "Blackstaff" Arunsun ofereceu-lhe uma posição como senhor do Vale das Sombras , Florin declinou e a posição foi para Doust Sulwood , sua companheira. Florin também adquiriu Firefoam, um cavalo de guerra telepático, e um falcão chamado Minstrel.  Florin divulgou que ele havia se mudado temporariamente para sua "mansão ancestral" em Espar (na verdade uma casa humilde) com sua esposa, Dove Falconhand , para criar seu filho, Azalar,  embora na verdade, eles tivessem viajado juntos para Evermeet 

Dove Falconhand
Dove foi uma das sete feiticeiras nascidas do guarda Dornal Silverhand e sua esposa Elué , conhecidas como as Sete Irmãs . Ela levou cedo e ansiosamente para a vida de um aventureiro, e como resultado poderia reivindicar ser uma feiticeira e ladina , embora mais tarde na vida ela raramente usasse tais habilidades, preferindo força nos braços. 
Ela certa vez perseguiu o drow renegado Drizzt Do'Urden . Seguindo o elfo negro por algum tempo, Dove e seus companheiros desejaram determinar seu propósito e seu papel no assassinato de dois whelps mais barulhentos . No entanto, Dove chegou à conclusão de que Drizzt não queria causar dano e permitiu que ele continuasse sem perseguição. Mais tarde, ficou contente ao saber que Drizzt se tornara aluno de Montolio Debrouchee e enviou uma mensagem elogiando o "drow merecedor".
Mais tarde, Dove foi uma das razões pelas quais foi negado a Drizzt a entrada em Lua Argêntea a caminho do Mithril Hall . Devido aos dois serem ranger, e provavelmente também por causa de sua perseguição anos antes, Dove queria se encontrar com Drizzt. No entanto, sua irmã Alustriel Silverhand não permitiria isso naquele momento.
Dove se casou com Florin Falconhand , um cavaleiro de Myth Drannor, e deu à luz uma criança, Azalar Falconhand , em Espar , Cormyr . Ela estava grávida em 1357 CV . Ela estava ausente do Vale das Sombras por esse motivo.
Em 1487 DR , Dove morreu dos ferimentos infligidos nela por Vattick Tanthul , que também pereceu. Após sua morte, a alma de Dove tornou-se parte da Teia , agindo como mensageira de Mystra ao lado de sua irmã Syluné . Ela ainda tinha sua própria sensibilidade, memórias e individualidade, e poderia se manifestar como uma aparição fantasmagórica. Eles às vezes se levantavam em suas formas espectrais de altares dedicados a Mystra, para falar por ela ou impressionar os magos e clérigos. Dove podia falar e se manifestar através de um seixo encantado que foi dado por Storm Silverhand a Laeral Silverhand . As três irmãs falavam alegremente juntas (Syluné também tinha sua própria pedra), e Dove e Syluné ajudaram Laeral (atuando como seus olhos) com sua nova posição como Lorde Aberto de Águas Profundas.

Alazar Falconhand
Trabalhando com os elfos do Vale das Sombras , Azalar ganhou a ira dos Zhentarim quando eles atacaram o vale no verão de 1374 CV , posteriormente aprisionando-o em Castle Crag.
Azalar foi libertado mais tarde pelos rebeldes que tentavam derrubar o exército de Zhent em Shadowdale onde confrontou o Susurrus horrível sob a direção de Mielikki. Ao levar os Susurrus para fora do caminho dos Elfos onde o monstro estava preso, Azalar e um bando de aventureiros conseguiram derrotar a fera de uma vez por todas. Isso levaria Azalar e seus aliados Elfos a ajudar o povo do Vale das Sombras em sua emancipação.
Depois que Mourngrym Amcathra se demitiu de seu papel como Lord of Shadowdale quando a rebelião foi bem sucedida, Azalar foi eleito como substituto de Mourngrym.  Azalar retirou-se da posição em 1459 DR
 

Diarios de omega parte 1 a 3

Omega. Um mashim que esta  descobrindo a humanidade
"Hoje, eu aprendi o que foi amizade. Não entendia tão bem o que isso significava, questionei Corujito depois que ele me chamou de "amigo", e ele disse que eu simplesmente deveria calar a boca e continuar andando. Esses seres são tão estranhos.
Eu estava na planície de Deheon, quando, ao longe, eu tinha certeza do que vi, entre uma espécie de fortaleza em ruínas, Delta. Meu irmão. Meus sensores cognitivos não iriam estar errados, era Delta. Eu corri para a fortaleza, ignorando nosso destino. Me perdoe Corujito, mas Delta é minha família também. Corri, corri muito. Ao entrar na fortaleza, vejo estátuas, uma sala com uma piscina estranha, com uma água limpa, dava para ver o fundo. Sem sinal de Delta. Lucas Fisher foi o primeiro a me alcançar na corrida. Descemos juntos uma escadaria que havia alí e chegamos em um corredor com várias portas, ao fundo, uma porta aberta. Com cautela, passamos pelo corredor. Não abrimos nenhuma porta, meu objetivo era simples e claro: encontrar meu irmão.
Entrando na sala que estava com a porta aberta, me deparo com um esqueleto sentado em um trono, segurando uma espada. O esqueleto parecia que olhava para mim, eu não descartava em momento algum aquilo levantar e me atacar. Haviam outros, todos com equipamentos, sentados em tronos. Delta estava sentado também. Eu... Eu fiquei tão confuso, podia sentir todo o meu corpo tremendo naquela situação. Era como se eu estivesse com algum defeito. Estava tão "aliviado" (essa é a palavra que Lucas me ensinou) de ver um irmão meu, vivo, depois da atrocidade que havia acontecido com Alfa...
Delta me disse que voltou a vida, graças ao primeiro esqueleto que eu tinha visto quando entrei na sala, que ele usou muito raio para levantar ele. Ele também disse que aqueles defuntos eram seus amigos, mortos, por velhice. Ele estava ali zelando pelo corpo. Eu não consegui entender, eu o questionei. Pedi para vir comigo, disse que teríamos uma vida lá fora. Ele disse que se eu continuasse insistindo, ele encararia como um insulto. Delta não se importaria de ficar horas, dias, anos conversando comigo. Mas ele não moveria um pé para fora daquela ruína, não permitiria que seus amigos fossem roubados, profanados por exploradores oportunistas - não posso negar que pensei imediatamente no Corujito. Ele me contou que, pouco a pouco, seus amigos foram perdendo as forças, já nem conseguiam levantar a espada... Alguns precisavam de ajuda até para comer, e ele estava lá, para ajudar. Mesmo depois de mortos, Delta continua servindo seus companheiros de viagem.
Eu sou grato. Sou grato à meus companheiros por estarem comigo. Sou grato à vocês, agora mortos, por terem ressuscitado meu irmão, e por terem feito ele tão sábio. Sou grato à você, Delta, pois agora eu finalmente entendo o que significa ter amigos."

"
Ficamos 3 dias nas ruínas de Delta, eu aprendi muito sobre ele. Fique bem, irmão. Nos veremos em breve... Eu também soube que tem um tal de Aasimov nos caçando, mas agora o foco é encontrar a familia do meu amigo Corujito.
Adando pela floresta, acabamos sendo abordados por um bando de... Bandidos? Não... Não são humanos... Robôs. O combate estava intenso, e um cavaleiro com um felino negro estava com eles. Um yudeniano, as palavras apenas confirmavam isso.
Vi meus amigos caírem um por um durante o combate, primeiro Lucas, depois a Bad Assad, Diana... Até o cavalo do Corujito. Imaginei que estavam ali por minha causa, até pelo que Delta havia dito para nós... Mas, uma esperança. Cavaleiros com um dragão azul chegaram e nos salvaram. Eu fiquei aliviado, mas me senti tão... Fraco. Quase perdi meus amigos, e se não fossem esses cavaleiros, todos teriam ido antes da hora certa para irem. Bom, dessa vez o pior não ocorreu, mas preciso ficar mais forte.
Somos levados pelos homens até um acampamento. Tudo que ele faz é questionar nossos atos no local. Respondemos simplesmente a verdade: estamos aqui para ir resgatar a família do Corujito. No fim, não somos bem-vindos em Ahlen por sermos não-humanos e forasteiros. Conversamos enquanto eles comiam. Descobri que o senso de humor humano é estranho, todavia eu ri, não queria parecer rude. Um samurai Ronin apareceu, honestamente não consigo ver um samurai Ronin como alguém honrado.
Chegou a hora de dormir, e Corujito ainda não me disse qual é a sensação de sonhar..."

"Estamos em Ahlen, disfarçados. O Lucas colocou uma magia em nós para nos parecermos mais... Ahlenianos...? Modestia parte, eu acho que fiz uma ótima performance agindo como um cidadão de Ahlen. Fiz até alguns amigos... Uma pena que o Lucas é péssimo em fingir, entrou na taverna fazendo um alarde... Eu queria que não comprometesse nossa missão. Felizmente eu tive uma incrível ideia para melhorar o meu disfarce, e eu acho que o Lucas foi poupado.
É, eu estava errado. Ele foi encurralado por guardas fora da taverna e todo mundo resolveu ir pra porrada e acabar com os disfarces.
Por um momento tentei manter meu disfarce, mas Lucas foi arremessado no rio... Eu não escolhi nada, eu não pensei em nada, eu apenas... Pulei.
A queda foi terrível e a água não ajudou nada. Caí no fundo do rio. O lado bom é que a correnteza não me levou, a ruim... É que levou o Lucas. Tudo estava contra meu favor, a correnteza, a força, a densidade da água... Que inferno. Lucas é meu amigo, foi a causa de eu estar vivo agora, eu precisava retribuir o favor.
Os danos foram severos e a água estava muito fria, usei meu último recurso para tentar me aquecer mais enquanto eu continuava minhas buscas, e tudo que eu encontrei foi sua espada, Lucas.
Tudo que eu consegui foi sua espada... Ir mais além seria suicídio, a correnteza levou o corpo de Lucas mais rápido do que eu poderia me mover...
Eu tentei... Eu juro que tentei, Lucas. Mas eu não consegui. Me perdoe... Me perdoe, meu amigo."

"Fomos até uma espécie de covil maligno da Madame. Tinha uma estátua gigante dela lá. Claramente estávamos no lugar certo, tanto que fomos até bem recebidos por uns mortos-vivos.
Durante a batalha, encontrei uma criatura. Claramente era um morto-vivo, mas diferente, ela era mais forte, usava magia, usou uma em mim. Mas... Acabou que coloquei ela pra correr, ela não se sentiu confiante o suficiente para me enfrentar, covarde.
Enfim, encontramos a Madame... Em uma fonte de sangue. Chegamos tarde, A familia do Corujito já fazia parte do buffet da vampira. Por mais que a vantagem numérica era nossa, meus calculos eram precisos: Nossa derrota era certa se batalhassêmos contra ela alí. Por sorte, Corujito se conteve mais do que eu esperava e optou por não entrentá-la. Masha se conteve MENOS do que eu esperava e quase agiu, se não fosse pela alma de Lucas atuando naquele momento. Talvez o Deus Thyatis vendo que seria necessário chamar nosso amigo para nos guiar naquela situação. Todavia, não fizemos nada naquele momento. Eu... Fiquei em choque. Eu não disse nada, eu o vi, ele falou, mas eu não respondi. Eu mal sei se era ele mesmo, ou se era mais uma representação dele de algum Deus. Esse é um dos poucos momentos em que a dúvida toma conta do meu corpo metálico. Tudo que eu disse naquele momento foi "Interessante", para não dizer outra coisa... Esta cena fica na minha cabeça por dias.
Depois do encontro com a Madame, achamos que era melhor nos separarmos, e cada um seguiu um rumo, pelo menos em teoria. Rumei para o sul, vamos ver o conhecimento que terei..."

Autor: Rodrigo Lopez

segunda-feira, 4 de março de 2019

Mapa de arton

Salve o mapa no seu computador e verá o nome de todas as cidades de arton

O mapa acima é uma atualização feita em 10 de julho de 2019, com o material atualizado da floresta GreenLeaf (que saiu no site da Jambô), com a adição do Castelo de Adhurian (A Joia da Alma) e o acréscimo de algumas localidades produzidas no grupo buracos de  Arton, Dragão Brasil e aqui nesse  blog adicionado a fenda que separa Deheon de Yuden, baseados nas Campanhas narradas por  Raul Holz, nos últimos 10 anos e que estão no tópico novos lugares aqui do blog e também na mesa online do Guilherme Svady. 
O mapa tem 1m² e resolução de 80 dppi. Otimo para impressão ou visualização no PC. Esse é um material de fans, feito para fans. Tormenta RPG e Arton são propriedades da Jambo editora e tem os seus direitos reservados. vcs podem clicar soe e salvar como  ele pesa 4 mega aproximadamente.


Favor não compartilhar o mapa e sim o blog.


O material sobre a floresta Greenleaf pode ser encontrado  no Pergaminhos ancestrais, pra download Gratuito no site da jambo paginas 147 a 157. Downloada aqui https://jamboeditora.com.br/produto/pergaminhos-ancestrais/

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

ROMANCES DE DRAGONLANCE EM PORTUGUÊS!



 A Jambô Editora anunciou na Dragão Brasil 140 que trará as premiadas trilogias de Dragonlance Crônicas e Lendas  em Português!!! Se você não teve a chance de jogar no cenário de campanha de Dragonlance, esses romances lhe mostrarão porque os fãs dizem que ele é o melhor cenário de campanha de D&D existente!

Eu  Possuo o cenário e as cronicas iniciais de Dragonlance lançados na década de 90, Dragões do Crepúsculo de outono, Dragões da noite de inverno e Dragões da alvorada de primavera. que contam sobre os hérois da guerra da lança; também possuo o tempo dos  Gêmeos, lançado a cerca de 3 anos pela  Dewir. São livros maravilhosos e graças a jambo eu poderei comprar a Guerra dos Gêmeos e o  Teste dos  Gêmeos. Espero que a Jambo siga com suas traduções de dragonlance  traduzindo o s outros livros. E que venham mais mateirias mais livros  do nosso elfo negro favorito e tantos outros como o tempo das perturbações de Forgotten  Realms.  

Ambas as trilogias serão lançadas ainda em 2019, com datas à confirmar.
Livros da trilogia Chronicles:
• Dragons of Autumn Twilight;
• Dragons of Winter Night;
• Dragons of Spring Dawning.
Livros da trilogia Legends:
• Time of the Twins;
• War of the Twins;
• Test of the Twins

Que venha mais literatura Jambô. 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

A fortaleza do Grifo



Idéia de aventura: 
Os heróis chegam a vila  pouco antes de um cerco purista. use as regras de batalha apresentadas na Dragão 130 para definir o combate. 

O senhor do Grifo - Arquiduque. 
Humano, Nobre 10, Cavaleiro 5, LN, ND13
Deslocamento 9m, PV 155pv
CA 27 (+6 nível, +1 Des, +9 armadura, +3 escudo, +4 autoconfiança, +4 Especialização em Combate); corpo-a-corpo: espada longa magistral +21 (1d8+14, 19-20); hab. autoconfiança, comandar aprimorado, contatos, estrategista,  frivolidade, herança, liderança aprimorada, orgulho, Código de  honra, desafio (glória,  integridade, Gloria aprimorada), caminho do cavaleiro (especialização em armadura), 1/dia, riqueza;
Fort +10, Ref +6, Von +9; 
For 20, Des 12, Con 18, Int 18, Sab 16, Car 10.
Perícias e Talentos: Cavalgar +17, Conhecimento (estratégia) +21, Conhecimento (história) +17, Conhecimento (nobreza) +17, Diplomacia +17, Iniciativa +17, Intimidação +17, Intuição +16,  Percepção +16; Comandar, Comandar Aprimorado, Especialização em Combate, Foco em Arma (espada longa), Foco em Armadura (pesada), Foco em Escudo (pesado), Foco em Perícia (Conhecimento [estratégia]), Liderança, Especialização em arma: espada longa, Golpe poderoso.
Equipamento: armadura completa de mitral +1, escudo pesado obra-prima, espada longa magistral. Graças ao talento Comandar Aprimorado, o Senhor do Grifo pode gastar uma ação de movimento para gritar ordens para seus subordinados, fornecendo +2 nas jogadas e testes deles por 5 rodadas.